Passar uma temporada em outro país faz parte dos planos de muita gente. Largar tudo e conhecer uma nova cultura, novas pessoas, ter experiências jamais vividas e perceber um lado pessoal até então desconhecido são os principais desejos e conquistas.

Essa viagem pode durar alguns meses, alguns anos ou até não ter data para terminar. Mas quando você retorna ao seu país de origem, percebe que muita coisa mudou… É inevitável. Nós, do RoadTrio, já passamos algumas vezes por essas experiências e listamos abaixo as 15 coisas que mudam quando você muda de país.


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| Você faz e mantém amigos nos quatro cantos do mundo

Fazer novas amizades assim que você aterrissa em um novo país é a missão mais fácil de todas. Acontece que os laços ficam fortíssimos principalmente porque, na maioria das vezes, você e seus novos amigos estão na mesma situação: não conhecem o lugar, nem ninguém e estão loucos para experimentar coisas novas. A melhor parte disso tudo é que sua ‘nova galera’ é dos quatro cantos do mundo. Provavelmente você terá amigos de todos os continentes. Ah, claro, os asiáticos vão ser a maioria, dependendo do lugar que você escolher para morar. E, vamos confessar, eles são muito legais!

Ninguém sabe explicar, mas por mais que você não veja mais algum deles depois que você retorna, o contato é pra sempre. Vira e mexe eles vão te escrever, perguntar como estão as coisas pós-viagem etc. Outra parte legal disso tudo é que você sempre vai ter uma cama acolhedora nas suas próximas viagens e, provavelmente, vai ter o maior prazer em receber de braços abertos aquele seu amigo do outro lado do mundo que veio conhecer o Brasil.

Pode apostar que você vai aprender a falar ‘oi’ e uma meia dúzia de palavrões em pelo menos 5 línguas diferentes.

(Foto: RoadTrio)

| Viajar não é mais desejo de férias, é desejo de vida

Se o bichinho da viagem te picou enquanto você estava morando fora (sim, ele vai te picar), ficar ‘em casa’ por mais de um mês – chutando alto – vai te deixar pirado. Ficar parado dá aquela agonia e faz pensar: meu Deus, o que estou fazendo que não estou conhecendo lugares novos? Mas, infelizmente, trate de se acostumar.

Isso acontece principalmente porque independentemente do local que você morou, a facilidade de conhecer um lugar novo é gigante. Quando estamos no Brasil, por ser um País muito grande e caro, a probabilidade disso acontecer em um fim de semana é muito pequena. Por mais que seja dura a volta, programar as próximas férias sempre será a missão mais divertida do ano.

| Você vira um guia de viagens para sua família e amigos

Quando se muda de país, não importa para onde você foi, as pessoas vão confiar cegamente em você para fazer um roteiro. Elas também vão achar que você conhece o mundo todo e vão te pedir dicas detalhadas de cidadezinhas que você às vezes nem faz ideia em qual país fica.

Mas seu empenho em ajudá-la vai ser grande e com o maior prazer do mundo. O roteiro vai ter dicas de compras, restaurantes, pontos turísticos, linhas de metrô e ônibus e, por que não, até uma contextualização histórica sobre o destino. Isso provavelmente vai te fazer querer ir junto. Sintoma normal, não precisa ficar preocupado.

(Foto: RoadTrio)

| Você vai pensar quase todo dia: “por que eu voltei?”

Já falamos aqui no RoadTrio sobre a Síndrome do Regresso. A causa dessa deprê pós-intercâmbio é única para cada pessoa, apesar de ser percebida entre os viajantes como semelhantes. Ao viajar por um longo período, a pessoa tem que deixar coisas agradáveis e desagradáveis para trás e ir, aos poucos, se adaptando a inúmeras novidades. O retorno, de certa forma, é a necessidade de se despedir de um mundo totalmente novo e, então, voltar ao antigo.

O sintoma não é uma frescura de quem volta com saudade de tudo o que viveu fora de casa. Durante muitos anos, o neuropsiquiatra Décio Nakagawa, falecido em 2011, estudou a frustração de brasileiros que voltavam ao país após uma temporada no exterior e denominou o fato como Síndrome do Regresso.

| Você vai querer voltar para a cidade que morou, mesmo que como turista

Isso sempre está nos seus planos e, mesmo que você volte uma vez, voltar pela segunda, terceira e quarta vez vai continuar como um dos seus maiores desejos da vida. E quem volta tem o mesmo sentimento. É uma mistura nostálgica, de saudade, felicidade, tristeza… Não dá para explicar. Os pensamentos ficam soltos e o turbilhão de emoções é gigante.

Não adianta, lá sempre vai ser sua casa também. Você sente uma certa ‘posse’ pelo local e cada vez que alguém próximo falar que está com passagem comprada para lá, você vai querer ir junto ou vai pensar: ‘o lugar é meu, como assim fulano de tal vai sem mim?”. Está claro que o lugar faz parte de você e você chega a se convencer que o local também sente sua falta.

(Foto: RoadTrio)

| Você passa a gostar menos do seu país (ou se importar mais com ele)

Isso é um pouco triste, na verdade. Mas não tem como não evitar. Política, orientação, preço, educação, qualidade de vida, sistema de transporte, clima, oportunidades… Tudo vira motivo de comparação. Você passa por uma mudança de perspectiva e a ter uma base maior para colocar tudo na balança. Na maioria das vezes, você é tendencioso.

As realidades são diferentes, a cultura – independente do lugar que você tenha ido – é diferente. É bem provável que sua experiência tenha sido mais prática em coisas do dia a dia como locomoção e até tenha precisado usar a saúde do local e tudo tenha dado perfeitamente certo.

De qualquer forma, as qualidades que você sempre admirou no seu país ficam ainda mais destacadas, mas você acaba se apegando a coisas que você sente falta quando você volta. Apesar dos pesares, nunca vai permitir que um gringo fale um ‘A’ mal do seu país.

A verdade é que voltamos diferentes e até mais politizados. Com o tempo, essa indignação de ver que muita coisa no Brasil não funciona como deveria, acaba virando motivo para você exigir que algo seja feito e acaba gerando mudanças positivas no nosso dia-a-dia.

(Foto: RoadTrio)

| O país que você escolheu como segunda casa vira o melhor país do mundo


Esse fator é simplesmente a consequência do item anterior. O novo salta aos olhos e qualquer defeito do Brasil ganha dimensões maiores. Mas o fato da segunda casa virar o melhor país do mundo não é necessariamente uma crítica. É comum que as pessoas se apeguem e tenham um carinho especial pelo lugar que trouxe momentos memoráveis e experiências únicas e inesquecíveis.

Você nunca vai esquecer as vielas mais charmosas, os restaurantes mais deliciosos, o seu apê, as pessoas que conheceu e vai achar a nova língua a mais sexy do mundo. Não tenha nada que te faça matar a saudade e seu sonho vai continuar sendo mudar pra lá de mala e cuia (e amigos e família na mala de mão, claro). Mas vale lembrar que nem sempre o país escolhido para morar é o melhor do mundo. É apenas uma percepção aos olhos de quem está deslumbrado…

(Foto: RoadTrio)

| Você foge dos padrões

Você começa a fazer menos julgamentos e pensar: “pô, se fulano está feliz, deixa ele ser feliz”. Afinal, você odiava quando sabia que tinha alguém falando sobre você: “nossa, olha que louco, largou tudo e foi trabalhar num restaurante lá no meio da Europa”. E-QUAL-É-PROBLEMA, né? Vamos ser feliz, gente!

Além disso, quando se está fora, você é obrigado a lidar com uma diversidade gigante de pessoas. Cada um segue sua cultura, seus costumes, sua educação e, ou você aprende mais com cada uma delas ou você vai enlouquecer. Te garanto que a primeira opção é a mais prazerosa de todas.

(Foto: RoadTrio)

| Suas raízes mudam do espaço físico para o coração e…

A maneira como você trata as pessoas e a si mesmo também muda. Você cria ainda mais raiz com as pessoas que você ama e, por mais que elas digam que você tem ‘rodinha nos pés’, fica claro que essas raízes não precisam ser físicas, mas estão muito bem cuidadas no coração.

A saudade vai existir, a preocupação também, mas não é porque você não está perto fisicamente que não vai sentir falta ou vai deixar de cuidar. No começo, para quem fica, é um pouco complicado de entender. Mas o dia a dia vai provar que as coisas são bem diferentes do que o drama dos primeiros momentos. Tudo fica bem, tudo fica bom.

| … você percebe que morar longe dos seus pais fez bem para ambas as partes

Chega uma época da vida que sair de baixo das asas dos pais não é mais uma opção, mas sim uma necessidade. Não que você não goste da vida que leva, mas sente que precisa ver as coisas de outra forma, assumir algumas responsabilidades.

Quando você está longe, a saudade é maior e parece que o cuidado entre ambas as partes passa a crescer também. Além disso, seus pais começam a te ver com outros olhos e valorizam mais suas escolhas.

| Você descobre que pode se virar muito melhor em situações difíceis

Quando a situação aperta, para quem você vai correr? Claro que você sabe que pode continuar contando com as pessoas que ficaram, mas o peso das coisas passam a ficar muito mais nas suas costas do que na dos outros.

Você é obrigado a tomar decisões e colocar ainda mais coisas na balança para fazer a escolha certa. É mais ou menos como falamos na matéria de viajar sozinha, você simplesmente se torna dona das suas decisões.

Na contramão, vai se acostumar a ouvir mais conselhos e entender que a decisão final, independentemente de qualquer coisa, será sua. Depois de um tempo, você começa a tirar de letra alguns assuntos, pode ter certeza.

Além disso, você descobre pequenos prazeres, como simplesmente fazer as malas – ou a mala, aquela pequena, que você não quer gastar dinheiro para despachar – e se manda para outra cidade ou outro país para curtir um fim de semana. Isso não é uma coisa maravilhosa?

(Foto: RoadTrio)

| A quantidade de antigos amigos diminui, mas os laços ficam mais fortes

Com a distância, você vê muitas pessoas se afastarem pouco a pouco. Você percebe que algumas delas não sentem tanto interesse pela sua nova vida e que, na verdade, elas eram ótimas companhias para a balada e nada mais. Você também perde interesse por algumas delas, é normal.

Mas os ‘poucos e bons’ ficam. Não só ficam, como também fazem questão de mostrar que estão ao seu lado para o que der e vier, mesmo a milhas e milhas de distância. Bom, você não vai precisar de muito tempo para perceber que a recíproca é exatamente a mesma. Ainda vai ter aqueles que você não fala todo dia, mas mesmo assim sabe que ela está te acompanhando.

Na volta, você vai até agradecer por descobrir quem são seus reais amigos da vida e vai saber perfeitamente diferenciar eles dos colegas.

(Foto: RoadTrio)

| TBT é o momento de você reviver nas redes sociais suas melhores fotos

O seu tempo foi medido em pequenos momentos e todos eles se tornam de extrema importância na sua vida. Parece que se fechar os olhos vai conseguir relembrar tudo e reparar em cada detalhe do que aconteceu, lembrar do cheiro, de quem estava lá e do que estava fazendo… Tudo sem por ou tirar uma vírgula.

Avise aos amigos que se preparem, pois sua timeline vira e mexe vai ter alguma memória inesquecível e, por que não, uma foto de um lugar paradisíaco que você conheceu.

(Foto: RoadTrio)

| Seu currículo vai estar mais interessante

Não adianta, uma experiência no exterior dá um peso maior ao seu currículo e salta aos olhos do seu futuro empregador. Nessas horas não importa necessariamente o que você estudou, mas sim a experiência que você viveu e seu crescimento como pessoa e, consequentemente, como profissional.

Você vai desenvolver uma habilidade de resolver situações inesperadas com responsabilidade e cabeça no lugar (ok, nem sempre), aprende a se relacionar melhor com as pessoas com ideias diferentes das suas e passa a ser mais dinâmico, mais mente aberta.

(Foto: RoadTrio)

| Além de tudo isso mudar, você muda

Costumo dizer que depois que você abre a cabeça uma vez, não tem nada que te faça voltar ao que era antes. Quanto mais você conhece, mais tem vontade de descobrir o novo. Seus planos mudam, seus medos mudam, suas preocupações ganham dimensões diferentes. Você sente necessidade de viver cada minuto como se fosse o último, sente prazer em estudar para conhecer cada vez mais, seja o assunto que for. Até as coisas mais simples da vida como lavar, passar limpar e cozinhar te dão um prazer diferente.

Você vê que o mundo é grande demais para pensar só em você e passa dia a dia tentando abrir seus horizontes. Você se torna mais independente – talvez um pouco mais egoísta na hora que se sente obrigado a pedir ajuda para os outros -, mais confiante, mais sonhador e me arrisco dizer que até mais inteligente.

Você amadurece, aceita novos desafios, bate no peito e vai atrás para realizar seja lá o que for. E dando certo ou errado, você assume que o mérito ou não é seu. Você aprende a fazer escolhas, tomar decisões e aceitar mudanças.

(Foto: RoadTrio)

Sobre o autor

Formada em jornalismo, já passou algumas temporadas na Califórnia e em Barcelona. Os anos de cobertura de Semanas de Moda internacionais passaram e fizeram com que ela descobrisse que o seu verdadeiro estilo é viajar.

17 Respostas

  1. lea costa siqueira

    Com 55 anos de idade resolvi conhecer oa Espanha terra onde nasceram meu pai e toda familua dele acabei ficando e trabalhando numlaboratorio de agua s deBarcelona um serviço legal especialista em desenfecçao acida . MAS A SAUDADE DA FAMILIA ME FAZ VOLTAR eu vou trabalho tresmeses e volto estou aqui quero estar la estou la quero estar aqui hoje estou no Brasil mas arrependida por nao ter voltado em junho quano minha supervidora me chamou acho q vouem dezembro mas estou na duvida

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  2. Samuel

    Como antigo viajante a trabalho, como funcionário internacional em missão da ONU, achei esse artigo super interessante porque me fez lembrar experiências legais e ao mesmo tempo bizarras de uma experiência de mais de 30 países e diversos projetos, culturas, línguas, etc. Parabéns e continue viajando pelo mundo, que é bom demais! Atualmente estou meio ´paradão´ dirigindo meu negócio sediado na capital do país, que foi, e é minha base, desde muito cedo, e é onde também nasceram meus filhos, apesar de ser paulista… Posso verter o seu artigo ao inglês e postar em minha plataforma? Abs. Samuel

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    • RoadTrio

      Olá, Samuel. Obrigada pelo seu comentário. Fico muito feliz com o feedback dos nossos leitores. Claro, pode passar para o inglês e postar sim, citando o RoadTrio. Você compartilha seu link com a gente?
      Obrigada, Tati Sisti

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  3. Fernanda Campos

    Post perfeito… e acalentador. Tantos conflitos internos ao considerar a mudança para outro país… e o desejo permanece bem forte. Sobre os amigos, alguns se tornam enormes decepções. Sobre os pais que ficam, pra mim, ainda pesa uma boa culpa em deixá-los. Anyway, ainda estou no Brasil, pensando e repensando sobre esse panorama de mudança. Tks pelas palavras (e pela terapia, rs)!

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  4. Jefferson de Faria

    Pois é, abre-se a cabeça de tal forma que se não a tiver no lugar, você pira quando volta e revê todas àquela situação que não havia no estrangeiro. Porém a experiência de vida que se têm durante um “viver fora” é inexplicável para leigos, apenas quem o fez entenderá. Até quem viveu fora mas não soube aproveitar e aprender com os instantes (alguns dos brasileiros que conheci) permanecem leigos no assunto.

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  5. Ciro Pessoa de Melo

    Esse post fez lembrar minha 1ª viagem ao exterior, Los Angeles, 2004 ( Já voltei lá 2 vezes kkkkk ) onde vivi por 1 ano. Sim, quem viaja e mora fora muda!!!!!
    Sim, passei a querer explorar outros lugares ( Passei 30 dias na Alemanha durante a copa do mundo de 2006 ) entre outras….
    As coisas mais simples da vida me deu um prazer diferente, ex:
    eu não cozinhava!! kkkkkkkkk
    Hoje é um dos meus prazeres favoritos nos fins de semana .
    Passei a julgar menos as pessoas, aprendi a não hierarquizar formas e estilos de vida . Reconheci que é justamente nas diversas formas de viver que reside a riqueza da vida humana.
    É preciso que reconheçamos a necessidade do convívio em uma sociedade cuja realidade é multicultural, Devemos mais do que respeitar, valorizar as diferenças próprias de cada indivíduo.
    Parabéns pelo site e continue viajando!!! kkkkkkkk é bom demais!!

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  6. Claudiá Souza

    Boa tarde !! Gostaria de falar da minha estadia em países como Portugal e França, vivi 13 anos na França e 13 em Portugal, onde deixei o meu filho que nasceu em Portugal e hoje mora na França, eu separei do meu marido e voltei para o Brasil depois de 26 anos, morando no exterior, nunca pensei que fosse difícil a readaptação, estava no exterior sentia saudades do Brasil, estou no Brasil, sinto falta de Portugal e França.

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    • RoadTrio

      Muito complicado, né? Ainda mais que você tem filho longe. Não pensa em voltar?

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  7. Nilva

    Boa tarde, eu só sei dizer que qdo estou fora quero ir para o Brasil qto estou no Brasil quero estar fora, nosso q difícil preciso parar eu sempre falo que a última vez kkkkkkkk

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  8. João Lucena

    Um dos melhores textos que já li, quando o assunto é morar fora do seu habitat. Tudo emcaixa direitinho comigo, mesmo depois de 32 anos longe do Brasil

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    • RoadTrio

      Que legal, você está há bastante tempo fora.
      Obrigada, fico feliz que tenha gostado do texto.
      Beijos

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  9. Lilian

    É bem isso mesmo, me identifico com tudo que escreveu. Parabéns pelo texto!

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    • RoadTrio

      Obrigada, Lilian. Que bom que você gostou :). Compartilhamos do mesmo sentimento, né?

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  10. Deborah

    A 1 ano e meio atras decidimos eu e meu marido morar no eua com 3 filhos , meus filhos estao super adaptados e ja dominam o idioma, mas eu ainda sinto muitas saudades da familia e amigos e do Brasil em si, as vezes penso que aqui sera melhor p meus filhos,,mas quando penso em voltar tambem tenho medo de me arrepender pelos problemas do Brasil! Mas vejo q esta sendo uma experiencia incrivel pela diversidade de situacoes q passamos todos os dias!!

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    • RoadTrio

      Que bom que estão bem adaptados.
      Tenho certeza que a experiência que vocês estão tendo são maravilhosas!
      A saudade é o que mais pega e pesa na balança, né?
      Obrigada pelo comentário.
      Beijos

      Responder
  11. Fernanda

    PERFEITO!!Tudo que foi dito expressa exatamente o que acontece. Parabéns pelo texto e sensibilidade em captar e descrever todas essas emoções!

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