Montreal é a segunda maior cidade do Canadá e, de tão grande, nem parece que a cidade é, na verdade, uma ilha. Ela é urbana, tem um toque antigo charmoso, grandes construções, deliciosos restaurantes e uma veia cultural muito forte. Não são apenas os turistas que se apaixonam por essa cidade. Os moradores são verdadeiros fãs! Montreal foi a nossa segunda parada no Canadá, depois de Quebec

A cidade é ampla, então não tem aquele ar intimista de Quebec. Por outro lado, a sensação é de que existe mais vida, mais movimento, mais calor. Até mesmo no inverno, a energia vibrante é algo que contagia. Mesmo antes de partir, nós já estávamos fazendo planos para voltar em outras temporadas.


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Se esses dois parágrafos foram suficientes para te deixar com vontade de viajar, aqui embaixo está tudo o que você precisa saber antes de embarcar para Montreal.

Parque Mont-Royal (Foto: RoadTrio)

Parque Mont-Royal (Foto: RoadTrio)

| Visto e imigração

Desde 1º de maio de 2017, o visto canadense ficou um pouco mais fácil para nós, brasileiros. Quem viajou para o país nos últimos 10 anos ou quem tem visto americano válido e desembarca no Canadá por via aérea pode conseguir isenção de visto canadense. Ainda assim é preciso preencher uma autorização de viagem, o eTA (eletronic Travel Authorization), que pode ser obtido pela internet e custa CAD$ 7, via cartão de crédito ou débito.

Apesar do documento ser muito rápido de ser emitido, pode ocorrer a solicitação de documentos suplementares. Por isso, assim que marcar a sua viagem, já faça essa solicitação no site do consulado. Ele é válido por 5 anos, enquanto o seu passaporte estiver válido. Caso você emita outro passaporte, será necessário tirar um novo eTA, mesmo que o seu visto americano continue válido.

Lembre-se, o eTA vale apenas se você for entrar no país por via aérea. Caso você não tenha visto americano, visto canadense nos últimos 10 anos, e for chegar ao Canadá de carro, ônibus, trem ou navio, você precisa tirar o visto canadense convencional. Uma dica é que se você não tiver visto americano e pretende viajar para o Canadá, vale mais a pena investir solicitando o visto americano.

| Moeda

No Canadá, a moeda utilizada é o dólar canadense. A cotação pode variar, mas durante a nossa viagem (novembro/2017) os valores estavam em torno de R$ 2,60 e R$ 2,80. Os principais cartões de crédito podem ser utilizados no país.

| Quando ir

Montreal é diferente a cada estação do ano e você sempre verá uma nova cidade. O clima gelado é predominante, mas pode ser que você dê sorte e pegue um dia quente no verão. Com festivais e atrações durante o ano todo, basta escolher o tipo de viagem que você prefere (calor ou frio) e fazer as malas. Toda época do ano é imperdível.

Montreal fica ainda mais linda durante o Natal (Foto: RoadTrio)

Montreal fica ainda mais linda durante o Natal (Foto: RoadTrio)

Durante o inverno (dezembro a março), os termômetros chegam normalmente a -5ºC, sendo janeiro o mês mais frio com média de -8ºC. Mas, assim como estamos acostumados a ver nos noticiários, em dias extremos, a temperatura pode despencar para -40ºC. Sim, é muito frio e você precisa estar preparado para isso. Apesar de que Montreal tem uma cidade subterrânea para esses dias tão congelantes, chamada de RÉSO.

Já no verão (maio a setembro), os dias são mais longos e a temperatura média é de 19ºC, mas eventualmente podem chegar a 30ºC. Claro, devido ao calor, que dura pouco, a cidade torna-se mais viva e as atividades ao ar livre ganham forma. Consequentemente, o turismo torna-se mais caro.

Para ficar em um meio termo, aproveite a primavera, quando os preços caem e a temperatura média é de 14ºC. Nada mal para o Canadá. Na real, como diz uma frase popular no Canadá “If you can’t handle me in January… You don’t deserve me in July” (Se você não consegue lidar comigo em janeiro, você não me merece em julho). Não importa a época, apenas vá!

| Chegando e saindo

Não há voos diretos entre o Brasil e a cidade, por isso é necessário realizar ao menos uma conexão para chegar até o destino final. O Brasil tem apenas voo direto para Toronto. De lá, é possível pegar outro voo ou ir por vias terrestres. Por ser a segunda maior cidade do Canadá, Montreal tem um dos aeroportos (Montréal–Pierre Elliott Trudeau International Airport) mais movimentados do país, mas nem sempre é a melhor opção se já estiver no Canadá.

Old Port, em Montreal (Foto: RoadTrio)

Old Port, em Montreal (Foto: RoadTrio)

Se você já estiver em território canadense, poderá usar as companhias aéreas locais para voos domésticos como a Air Canada, Porter e West Jet . Você também pode chegar à cidade por via terrestre com os trens, ônibus e viagens em carros alugados. Para trens, consulte o site da VIA Rail. Ou se não, veja ônibus com as empresas Greyhound e Orléans Express, que fazem trajetos para cidades vizinhas de Montreal.  

| Como se locomover

Como sempre falamos, somos muito a favor de conhecer as cidades caminhando. Sempre tem aquele cantinho especial que só descobre quem estiver explorando as ruas a pé. Sem falar na liberdade de poder parar e simplesmente mudar o seu roteiro porque viu algo diferente no caminho. Mas Montreal é uma cidade grande e com certeza você vai se cansar se for andar por todos os cantos. Por isso, é preciso avaliar o que vale a pena pegar o metrô, e o que vale bater perna.

A parte antiga da cidade, chamada de Vieux-Montreal, e o centro (Downtown) são regiões com muitas atrações turísticas concentradas e que aconselhamos conhecer a pé. São muitas lojinhas, cafés e restaurantes para se conhecer por ali. A região tem algumas estações do metrô, então se você cansar de caminhara, basta entrar em uma e ir até o outro destino.

Se o tempo permitir, outra forma de conhecer é Montreal é alugando uma bicicleta. O transporte é muito utilizado pelos moradores, principalmente durante o verão e a primavera. Uma boa opção é usar o BIXI Montreal, um sistema público de aluguel bicicletas bem descomplicado. Basta ir em uma de seus terminais, escolher o tempo que ficará com a magrela e efetuar o pagamento.

Ali perto de Old Port tem um antigo trilho de trem (Foto: RoadTrio)

Ali perto de Old Port tem um antigo trilho de trem (Foto: RoadTrio)

Para quem quer andar longas distâncias, tem o transporte público (metrô e ônibus) que funciona de forma integrada. Caso você utilize o metrô, pode pegar um ônibus sem pagar nada dentro de 120 minutos. Uma dica: se for comprar o ticket dentro do ônibus, eles só aceitam moeda no valor exato da passagem, que é de CAD $ 3,25. Se for comprar no metrô, só é possível comprar dois tickets, que custa CAD $6.

Quem for ficar em Montreal por mais tempo e for utilizar muito transporte público, vale comprar os passes ilimitados de 1 dia (CAD $10), 3 dias (CAD $18) ou uma semana (CAD $25,50).

Ah, vale dizer que o metrô tem apenas quatro linhas, mas são suficientes para te levar a quase todas regiões da cidade. Algumas estações estão ligadas à cidade subterrânea, RÉSO, que já é uma das atrações que você deve conhecer.

Claro, tem a opção de táxi, que é meio carinho, e carro. Se alugar carro, tome cuidado ao estacioná-lo na rua. As placas são muito confusas e pode ser que você tome uma multa ao parar em locais proibidos (acredite, nós tentamos de todas as formas entender as placas, não tivemos sucesso e pagamos caro para parar o veículo em um estacionamento).

| Onde se hospedar

Como a cidade é grande, existem muitas opções de hospedagem. Nós aconselhamos ficar perto de estações de metrô ou na parte da cidade antiga. Ali você poderá fazer muita coisa caminhando, sem falar que estará localizado em um dos bairros mais charmosos da cidade.

Ficamos no Hotel Gault, que fica bem no coração da cidade, perto de Victoria Square, de deliciosos restaurantes e de muitas outras atrações. Em meio a tantos prédios antigos, ele tem um estilo único que nos encantou. Você vai adorar logo do lado de fora, mas quando entrar…vai ser difícil querer sair.

O Hotel Gault fica bem pertinho das grandes atrações da cidade, mas o melhor de tudo é o conforto com uma pegada bem urbana (Foto: RoadTrio)

O Hotel Gault fica bem pertinho das grandes atrações da cidade, mas o melhor de tudo é o conforto com uma pegada bem urbana (Foto: RoadTrio)

O Hotel Gault faz parte da Preferred Hotels & Resorts, maior grupo de hotéis de luxo independente do mundo, com mais de 650 hotéis em 85 países. E, o melhor de tudo, o seu atendimento é muito personalizado. Em breve faremos uma matéria especial sobre tudo que você encontrará por lá. Saiba mais sobre a Preferred Hotels & Resorts.

Outras opções de hospedagem estão na rue Saint-Catherine East e no Quartier Latin, que tem hotéis mais econômicos. Porém, fique de olho nas avaliações. Vimos muitos comentários negativos em hospedagens nessa redondeza.

Quem gosta de ficar afastado do centro pode procurar por um quarto perto do Plateau-du-Mont-Royal. Apesar de não estar no burburinho da cidade, não está longe da maioria das atrações e você vai se sentir como um morador local.

| Onde comer

Bom, se você é daqueles viajantes que adora comer, Montreal é o lugar certo! A cidade tem muitos restaurantes, de todos os preços e gastronomias. Claro, por ser uma colônia francesa, existem muitas opções com essa culinária.

Logo no primeiro dia fomos na Crêperie Che Suzette, localizado na Rue St. Paul. O cardápio todo era muito tentador, mas escolhemos comer um fondue para duas pessoas por CAD $ 79, com queijo, carne (e muitas opções de molho e legumes) e o de chocolate. Para acompanhar, meia garrafa de vinho branco que custa CAD $13. De longe, foi a melhor refeição que fizemos na cidade.

Crêperie Che Suzette (Foto: RoadTrio)

Crêperie Che Suzette (Foto: RoadTrio)

Ali na própria St. Paul tem outras opções de restaurantes e bares, que ficam abertos até tarde e têm boas cartas de drinks. No horário do almoço, procure um petisco no Marché Jean-Talon, um mercado que vende frutas, verduras e produtos naturais.

Não podemos esquecer das deliciosas poutines, prato típico criado na própria província de Quebec. A guloseima nada mais é do que batatas fritas cobertas com o molho gravy (de carne) e pedaços de queijo derretido. Uma boa pedida é o restaurante La Baquise, que fica aberto 24 horas e está sempre bem movimentado.

| O que fazer

Para se encantar logo de cara, aconselhamos começar pela parte antiga e depois ir desbravando as outras regiões. Por isso, reserve pelo menos 3 dias em Montreal. Confira tudo o que você pode conhecer por lá.

Old Montreal (Vieux Montreal)

Old Port, em Montreal (Foto: RoadTrio)

Old Port, em Montreal (Foto: RoadTrio)

Para nós, essa é a melhor e mais bonita parte da cidade. Caminhe pelas ruelas antigas e charmosas dessa região e você não vai querer ir embora de Montreal. Prédios antigos, restaurantes deliciosos, uma arquitetura linda que você não vai saber para onde olhar. Tudo rodeado pelas principais atrações. Tudo isso está localizado ali em Old Montreal.

Comece o passeio pela Rue St. Paul, a rua mais antiga da cidade e que, por ser tão antiga, é pavimentada com pedras até hoje. Ela é muito bonitinha e cheia de lojinhas e restaurantes. Vá caminhando até a Place Jacques-Cartier, bem no coração da região antiga de Montreal.

Na praça, você encontrará a Nelson’s Column – monumento mais antigo da cidade em homenagem ao almirante Horatio Nelson -, o Hôtel de Ville (“prefeitura” de Montreal) e o Château Ramezay (residência construída no século XVIII).

Basílica de Notre-Dame e seu imponente altar (Foto RoadTrio)

Basílica de Notre-Dame e seu imponente altar (Foto RoadTrio)

Ali em Old Montreal, não deixe de conhecer a Basílica de Notre-Dame. Ela já é imponente do lado de fora, mas é ainda mais impressionante por dentro. A basílica tem um altar enorme e cheio de detalhes. Vale a pena pagar CAD $6 para entrar. Pergunte também sobre os espetáculos de música e luzes que acontecem esporadicamente.

E para finalizar essa região tão linda, desça até Old Port, que era o antigo porto da cidade. As embarcações deram lugar para uma grande área de lazer. É lá que ocorrem muitos festivais e recentemente foi inaugurada a maior roda gigante do Canadá, que também dá a melhor vista de Montreal com uma visibilidade de 28 km de distância (quando o clima estiver bom). Ela tem 60 metros de altura e cada cabine comporta até 8 pessoas. A melhor parte é que ela funciona durante todo o ano, mesmo quando tiver muita neve. O preço é um pouco salgadinho, CAD $ 25 para uma volta que dura em torno de 15 minutos.

Você também pode caminhar às margens do Rio São Lourenço, conhecer o Centre de Sciences e aproveitar, durante o inverno, uma pista de patinação montada bem em frente a roda gigante (CAD $ 11).

Ah, não perca as incríveis projeções de vídeos que ocorrem nos antigos prédios de Montreal. Alguns são apenas artes, outros contam a história do Canadá. Vale a pena conferir a programação.

Ilhas Saint-Helene e Notre-Dame

Na ilha Saint-Helene fica o delicioso Parc Jean-Drapeau (Foto: RoadTrio)

Na ilha Saint-Helene fica o delicioso Parc Jean-Drapeau (Foto: RoadTrio)

De Old Port é possível pegar um barquinho e ir até as ilhas Saint-Helene e Notre-Dame, no Rio São Lourenço. Nós tínhamos o ticket do metrô para o dia, então optamos em ir de transporte público. Na Saint-Helene fica o delicioso Parc Jean-Drapeau, perfeito para fazer um pique nique olhando o incrível do skyline de Montreal. Aliás, vale a pena ir no final da tarde, pois você terá uma incrível vista ao entardecer.

Ainda na ilha Saint-Helene fica o parque de diversões La Ronde e a Biosphère, um museu sobre o meio ambiente. A estrutura chama a atenção de muita gente, mas infelizmente não conseguimos entrar porque estava fechado. De qualquer jeito, o passeio pela região já vale a pena.

Biosphère: um museu sobre o meio ambiente (Foto: RoadTrio)

Biosphère: um museu sobre o meio ambiente (Foto: RoadTrio)

Já na ilha Notre-Dame, as grandes atrações são o cassino de Montreal e o circuito Gilles Villeneuve, onde acontece o Grand Prix de F1 do Canadá.

Mont-Royal

Vista do Parque Mont-Royal (Foto: RoadTrio)

Vista do Parque Mont-Royal (Foto: RoadTrio)

Se programe para passar um tempinho no Mont-Royal, um ponto turístico imperdível. Esse parque fica em um morro que oferece uma vista panorâmica linda da cidade. Dali você verá quase todos os pontos turísticos de Old Port, de longe e do alto. O parque é muito frequentado, tanto por turistas, quanto moradores praticando atividade física, até mesmo durante o inverno.

Num dos pontos mais altos do parque fica o Chalet du Mont-Royal, um grande espaço para se proteger no inverno com lanchonete e totens com vídeos que contam a história da cidade. Ali no parque você também poderá ver uma cruz, que fica iluminada durante a noite. É bonita, mas nada de mais.

A entrada no parque é gratuita e você pode chegar a pé ou pegando a linha 11 do ônibus. Uma curiosidade: acreditam que a cidade se chama Montreal por causa desse lugar. Faz todo o sentido!

Downtown

Museu de Arte Contemporânea (Foto: RoadTrio)

Museu de Arte Contemporânea (Foto: RoadTrio)

Na parte mais central da cidade, as ruas são mais largas e você sentirá que realmente está em uma metrópole. Por ali tem muitos lugares bacanas para se conhecer. Entre os nossos favoritos está a Place des Artes, o coração artístico de Montreal.

Se você gosta de cultura, esse é o lugar ideal. Ali ocorrem shows durante o ano, tem diversos teatros e companhias de dança, o Museu de Arte Contemporânea, Quartier des Spectacles, casa da Ópera, Orquestra Sinfônica… são muitas atrações! Vale a pena conferir a programação quando você estiver por lá, pois realmente sempre tem algo rolando.

Ainda na região central, tem o RÉSO, uma cidade subterrânea e um dos maiores complexos nesse formato do mundo. O local pode ser acessado em algumas paradas do metrô e tem 2 km de extensão que interliga diversos shoppings, escritórios, hotéis, universidades, museus, cinemas e restaurantes. É fácil se perder lá em baixo, por isso, fique de olho no mapa.O RÉSO é uma ótima opção para fugir do frio (ou da chuva) na cidade. Se você for durante o verão, vale a pena conhecer, mas não fique muito tempo enfiado embaixo da terra. Caminhe pelas ruas e sinta a energia de Montreal.

Vila Olímpica

Parque Olímpico de Montreal (Foto: RoadTrio)

Parque Olímpico de Montreal (Foto: RoadTrio)

O Parque Olímpico de Montreal foi construído para os jogos de 1976 e continua completamente conservado e muito ativo. Os moradores ainda utilizam o lugar para prática de atividade física, como lutas e natação. É legal visitar para ver a estrutura do ginásio, o estádio Olímpico e a Torre de Montreal – onde é possível subir e ter uma vista diferente da cidade. Na mesma região também ficam o planetário, o jardim botânico e o Biodôme, uma atração que reproduz ecossistemas de algumas partes do mundo.

Mont-Tremblant

Reserve um dia para conhecer Mont-Tremblant (Foto: RoadTrio)

Reserve um dia para conhecer Mont-Tremblant (Foto: RoadTrio)

Aproveitamos um dia em Montreal para fazer um bate e volta até Mont Tremblant, cidade localizada na região das Montanhas Laurencianas, e sede de uma das melhores e mais famosas estações de esqui, a Tremblant. São 96 pistas que atendem desde iniciantes até aqueles que já dominam o esporte. Aliás, quem estiver começando, indicamos fazer uma aula pela manhã e aproveitar o resto do dia nas pistas mais leves. A estação fica em um resort com 13 hotéis e mais de 19 mil quartos. Mesmo quem não quiser esquiar, pode aproveitar o dia em outras atividades, como tirolesa, cassino ou jantar em um dos restaurantes do complexo.

Veja mais fotos de Montral:

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| Informações gerais

Site: www.mtl.org/en
País: Canadá
Moeda: dólar canadense – CAD (a cotação pode variar, mas fica em torno de R$ 2,60 e R$ 2,80 – valores em novembro 2017)
DDI do Canadá + Montreal: + 1 (514)
Voltagem: 120V/60Hz
Tomada: dois pinos chatos ou, às vezes, dois pinos chatos e um pino redondo
Vacina: não são necessárias.
Fuso horário: UTC -3
Carteira de motorista: a CNH brasileira é permitida, mas você também pode ter a PID (permissão internacional para dirigir)
Língua: oficialmente fala-se inglês e francês, mas em Quebec a segunda opção é mais frequente.
Gorjetas: não são obrigatórias, mesmo em bares e restaurantes. Porém, eles costumam deixar 20%

*Para nos manter sempre conectados, viajamos com a parceria da SkillSIM Mobile, operadora de celular.

Sobre o autor

Em 2011, a jornalista morou na Europa, onde foi travel-writer para o Guia Criativo para O Viajante Independente na Europa. De volta ao Brasil, não quer se limitar às paredes de um escritório e fez do seu hobby uma nova profissão.

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