Viajar… Quem não gosta, né? Conhecer novos lugares, novas culturas, novas pessoas, novas paisagens… Novos perrengues. Sempre quando decidimos viajar, começamos a nos planejar para afastar esses tais perrengues do nosso vocabulário. Mas, infelizmente, imprevistos acontecem.

Hoje a gente dá risada e temos mais histórias para contar. Por isso, nada melhor do que compartilhar um pouco desses momentos com vocês.


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As viagens já fazem parte da nossa rotina, mas nós também passamos por poucas e boas pelo mundo afora. Separamos as melhores histórias de cada um de nós. Afinal, nem sempre tudo sai como esperado, mas pra tudo a gente dá um jeito e sai com ótimas memórias, né?

| (Quase) tudo errado em Tonga – Tati Sisti

Pangaimotu Island, em Tonga (Foto: RoadTrio)

Pangaimotu Island, em Tonga (Foto: RoadTrio)

Eu tinha um destino dos sonhos: Tonga. Uma pequena ilha na Oceania que as pessoas só conheciam pelo porta-bandeiras besuntado das Olimpíadas do Rio ou faziam referência à música “Tonga Da Mironga Do Kabuleté” (que só meus pais conhecem e não tem absolutamente nada a ver com a “minha” Tonga).

A ideia principal da viagem era nadar com baleias. Apegada a esse sonho, desencanei de me programar para as outras atrações. Quase não achei informações sobre o destino na internet, então reservei o primeiro hotel que vi na frente e fui, de olhos fechados, para o outro lado do mundo. Afinal, estamos falando de Tonga <3!

A dona do hotel que escolhi para essa viagem me prometeu mundos e fundos: organizar os passeios, que incluíam mergulho de cilindro e passeio de barco (outros dos desejos da nossa viagem), reserva para um jantar típico que só acontecia às quartas-feiras, city tour, etc.

Assim que cheguei no aeroporto de Nuku’Alofa, aproximadamente às 9h da noite de um sábado, supostamente um funcionário do hotel estaria lá para me buscar. Supostamente… ele nunca apareceu. Ok, peguei um táxi e fui para o hotel. Gastei uma graninha extra, mas também já peguei um bom contato para quando eu precisasse de transporte por lá.

Chegando no hotel, quem disse que ele estava aberto? Em Tonga, a maioria dos hotéis não têm recepção como estamos acostumados. Não sabia disso e tive que esperar o segurança do hotel ligar para alguém levar a chave do meu quarto. Mas não demorou muito e em pouco tempo já estava descansando e sonhando com as baleias.

No dia seguinte, encontrei a dona do hotel, que manteve a promessa de organizar tudo para mim. Como nada por lá abre aos domingos, optei por fazer um city tour e conhecer as belezas naturais da pequena ilha. Fui com o guia indicado por ela. Quando começamos o passeio, descobri que o tal do “guia” era o filho da dona do hotel. Até aí tudo bem, tirando o fato de que ele não sabia nada de história e de pontos turísticos. Sorte que eu tinha um mapa pelo menos para me localizar (turista bom é turista com guia de papel e caneta na mão. Nós amamos!)

Em um outro passeio, com outras duas guias, depois de tentativas frustadas de visitar pontos turísticos que estavam fechados, tivemos que buscar o filho de uma delas na escola e, como se não bastasse, também precisei pagar um almoço para elas (que saiu mais caro do que o meu!). E lembra daquele jantar típico? O guia sentou na minha mesa e fez cara feia porque me recusei a pagar a entrada dele. Todos têm imprevistos, mas não posso reclamar porque a comida estava maravilhosa!

Os dias seguintes prometiam ser agitados: mergulho de cilindro, passeio de barco e, por fim, mergulho com as baleias jubarte. Botei meu biquíni e desci para a recepção do hotel, prontinha para conhecer o fundo do mar daquele lugar. E adivinha? Ela não tinha organizado absolutamente nada. E o mesmo aconteceu com os outros passeios.

Bom, nesse meio tempo eu improvisei e conheci duas ilhas vizinhas ma-ra-vi-lhosas: Pangaimotu Island e Fafa Island… Pensa num paraíso! Então todo esse imprevisto valeu muito a pena.

De qualquer forma, não queria “perder a viagem” e não nadar com as baleias. Afinal, não é todo dia que a gente tá do outro lado do mundo, né? Agendei o passeio com a empresa mais conhecida da região. Na noite anterior avisei a dona do hotel que tinha feito a reserva com outra pessoa e ela literalmente surtou no telefone! Pensa numa pessoa nervosa falando com você em tonganês (língua local). Não entendi nada, mas deu para perceber que ela não gostou da ideia.

Eu e minha amiga que me acompanhava nessa viagem (se juntas já causam, imagina juntas!) ficamos preocupadas e, confesso, até com um pouco de medo. Já era quase meia noite, mas não queríamos mais ficar hospedadas por lá. Só dependia de nós virar o jogo e procurar outro lugar.

Foi aí que o Hoteis.com entrou na história. Em poucos minutos, fizemos uma reserva on-line em um hotel bem perto de onde estávamos. No breu de Tonga, arrastamos nossas malas até a recepção da nossa nova hospedagem – que ficava no fim da mesma rua – onde descansamos em uma ótima cama. No dia seguinte, depois do café da manhã (incluso na diária!) saímos felizes às 8h da manhã para finalmente nadar com as baleias.

Obs: apesar dos perrengues, conseguimos adaptar muito bem nosso roteiro e conhecer Tonga foi maravilhoso! Em breve teremos um roteiro completo para vocês curtirem só a nata dessa ilha paradisíaca.

| Sem grana em Roma – Fabi Garbelotto

Vista do Vaticano (Foto: RoadTrio)

Vista do Vaticano (Foto: RoadTrio)

Sempre fui uma pessoa muito precavida. Arrumo a mala com pelo menos dois dias de antecedência para não ter perigo de esquecer nada, organizo cada passo do roteiro (sim, tem até planilha do Excel pra isso) e deixo uma folga na agenda até mesmo para os imprevistos que possam aparecer durante o percurso.

Outra coisa que eu sempre faço, desde a primeira viagem, é levar dinheiro em espécie para não precisar passar muita coisa no cartão de crédito e ser surpreendida com o câmbio, iof, etc. E em meu primeiro mochilão, me indicaram aqueles cartões de viagem que você coloca uma determinada quantidade em Real e pode sacar o valor convertido na moeda local.

Esse esquema parecia ótimo para um mochilão pela Europa. Eu teoricamente não precisaria me preocupar em trocar euro por libra, libra por franco, franco por euro de novo… Então, eu fazia assim: sempre antes de partir para o próximo destino, ia até um caixa eletrônico e sacava uma quantia suficiente para os dias na cidade seguinte.

No meu último dia em Roma, fiz esse mesmo processo. Fui até um caixa eletrônico para sacar a grana do tempo que passaria em Paris. A capital da França estava bem no meio do nosso roteiro de viagem, ou seja, ainda teríamos muitos dias pela frente.

Coloquei o cartão no ATM e, como de costume, a máquina o “engoliu”. Até ai tudo bem, as máquinas no exterior são assim mesmo, não deixam nem uma pontinha do cartão pra fora. Acontece que nada aparecia na tela do caixa e nada do meu cartão voltar. Comecei a ficar preocupada e apertar todos os botões. Ou o caixa funcionava, ou devolvia meu cartão!

Claro que nenhuma das duas coisas aconteceram. Antes que eu tivesse chilique, um segurança do banco percebeu meu desespero e veio falar comigo (ufa!). Ele explicou que isso às vezes acontecia e que eu deveria voltar na segunda-feira, quando eles abririam o caixa para, então, pegar meu cartão de volta.

Mas era um sábado e eu pegaria o trem para Paris no domingo. Com passagem comprada e hotel reservado, não tinha a menor chance de adiar a viagem e pegar meu cartão na segunda-feira.

E lá estava eu, “a prevenida”, sem dinheiro nenhum para passar meu último dia na Itália (como faz pra comer parmegiana, carbonara, gelato sem grana? Hehe) e, pior ainda, sem um centavo para chegar em Paris – cidade cara! -, pegar trem, pagar o hotel, comer, etc etc etc… A sorte é que estava viajando com amigos que fizeram uma vaquinha e me ajudaram com os gastos dos dias seguintes. O que seria da gente sem os amigos, né?

Logo que cheguei em Paris, acionei a empresa responsável pelo cartão e eles enviaram outra via para o meu hotel dentro do tempo que eu tinha na cidade. Problema resolvido muito antes do tempo esperado.. que alívio!

| Dormir na ferroviária em Zurique – Jota Marin

Dormindo na estação de trem (Foto: RoadTrio)

Dormindo na estação de trem (Foto: RoadTrio)

Quando se fala em mochilão, já se imagina em viajar com pouco dinheiro. E em meu primeiro mochilão pela Europa, levei isso como lema. Não que isso seja ruim (quem não gostaria de rodar o mundo de graça?!), mas às vezes algumas economias podem sair mais caro. Dito e feito, foi isso que aconteceu na Suíça, em 2010.

Iria pegar um trem de Zurique para Barcelona às 5h30 da manhã. Ou seja, para chegar a tempo, eu teria que deixar o hotel antes das 3h da manhã, já que eu não estava perto da ferroviária. Como eu praticamente nem iria dormir naquela noite, e pensando na minha carteira (que já estava bem magra) tive uma ideia: cancelar minha última noite no hotel e dormir na ferroviária!

No começo, o plano nem parecia ser tão ruim. Estava com a Fabi e outras amigas e seria uma experiência… diferente. Logo que chegamos na Zürich Hauptbahnhof, a estação central da cidade, percebemos que a missão não seria das mais fáceis. Fazia muito frio e ventava mais nas plataformas abertas do que nas noites anteriores. Nem estávamos com aqueles casacões gigantes preparados para tanto frio.

Andei aquela estação inteira buscando um canto para jogar as malas e dormir. Depois de algumas tentativas de acampamento e broncas dos seguranças (quem nunca?), enfim encontrei um lugar bem em frente à área de embarque. Era uma cabine que ficava na parte externa, mas era fechada e climatizada, feita justamente para os passageiros aguardarem seus trens em dias de frio. “Nossa”, pensei, “caiu do céu!” Parecia de longe ser nossa melhor opção.

Nos aconchegamos do jeito que deu, deitamos sobre as malas, e depois de alguns minutos entrou um homem, desconhecido e muito estranho, que apenas sentou em um dos bancos e ficou nos observando. Assim que ele saiu, achamos melhor revezar nosso sono para ter sempre alguém acordado de plantão. Amigo é pra essas coisas, né?

Como se não bastasse, já tarde da noite, quando os trens param de circular, o sistema de aquecimento da nossa cabine foi desligado. Acordei com os pés e as mãos congelando, literalmente. Apesar de todas as tentativas de nos aquecer, era impossível vencer o frio daquela noite. Resumindo, ninguém mais conseguiu dormir e nosso descanso não durou mais do que duas horinhas.

Mas o perrengue não acabou, no meio da madrugada precisei ir ao banheiro e, claro, estavam todos trancados. To-dos! Tive que esperar a estação reabrir e ainda precisei pagar para usar o banheiro. Ou seja, para ter economizado alguns poucos euros, era melhor ter passado a noite no hotel.

Podia tá dormindo numa cama gostosa, podia estar tomando chocolate quente no bar de um hotel, podia ter tomado um banho quente, mas… Hoje tenho essa história pra contar.

| Resumo da ópera

Essas só foram algumas das várias histórias do tipo que temos para contar. Podemos passar por mil perrengues, mas já aprendemos muitas lições, principalmente em relação a grana e hotel.

Falando em hotel, esse é um dos pontos mais importantes da viagem. Afinal, é lá que você vai descansar e se recompor para os outros dias de viagem. Além disso, é importantíssimo se hospedar em um hotel de confiança, já que é lá que você deixará tudo aquilo que precisa para a trip, como dinheiro e passaporte. Isso sem contar a mala com todas as suas roupas. Já pensou em não ter um biquíni para curtir a praia do Caribe? Ou um casacão para fazer anjinho na neve da Nova Zelândia?

Por isso, reservar o seu hotel por meio de um site de confiança é o primeiro passo para viagem tranquila. Nós do RoadTrio recomendamos e usamos muito o Hoteis.com. Eles têm opções de hotéis para todos os destinos que você imaginar e sonha em conhecer, além de agradar todos os tipos de bolsos e graus de exigência, que vão de hotéis independentes a grandes redes hoteleiras. Quer um hotel romântico? Um para curtir com a galera? Um para relaxar e esquecer da vida? O Hoteis.com tem!

Quer mais uma boa notícia? O Hoteis.com tem um programa de fidelidade onde a cada 10 noites reservadas pelo site, o usuário ganha mais uma de graça. Para saber mais sobre o programa de fidelidade, clique aqui.

| Por falar em perrengue…

Já assistiu à série do Fábio Rabin com a Hoteis.com? O “Viajei” mostra algumas poucas e boas histórias (e algumas más ideias) de alguns destinos. Tá engraçado, prepare-se para rir muito!

Nosso episódio favorito foi o “Aluguei um Conversível”, gravado lá em Miami. Tá demais. Assista:

E você, já passou algum perrengue? Conta pra gente aí nos comentários!

*Esse post é patrocinado pelo Hoteis.com

Sobre o autor

Somos três amigos que compartilham o sonho de conhecer os quatro cantos do mundo. Da vontade de explorar diferentes lugares e da busca constante por novas experiências, surgiu o RoadTrio: um site que reúne informações, dicas e notícias do que não se pode perder por aí e é essencial para qualquer viajante.

15 Respostas

    • Larissa

      Hahahha muitooo boas historias!!! A minha sempre é com excesso de bagagem!!! Quantas vezes ja tive que abrir mala no check in do aeroporto e passar coisa de uma mala pra outra, a pior foi quando me enfiei em um banheiro do aeroporto para arrumar as malas, e deixei varias coisas para a faxineira do aeroporto que me ajudou, sempre uma vergonha rsrs

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  1. Carolina

    Em Frankfurt, eu tinha 3 horas de intervalo antes do jantar com colegas de trabalho. Decidi que ia aproveitar para conhecer pelo menos algum local turístico e peguei o trem para uma praça que nem lembro o nome. Óbvio que peguei o trem errado porque não sabia que lá eles são como ônibus, cada um vai para um lugar diferente mesmo passando pela mesma estação. Quando percebi, já estava em um descampado quase no interior da Alemanha. Desci em uma estação que poderia ser palco de filme de terror. Ela era na superfície, no meio de um campo de trigo e nada além disso no horizonte. Entrei no primeiro trem de volta e consegui voltar ao hotel. Depois do jantar, enquanto usava um dos computadores do lobby para enviar relatório ao meu trabalho, fui abordada por um senhor que ofereceu 300 euros para passar a noite comigo :O Expliquei que não trabalhava com isso e deixei o hotel no dia seguinte rumo a Praga, que foi muuuuuuuuuuuuito melhor <3

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  2. Solange

    Em Barcelona, eu estava com minha sogra esperando para embarcar para Mont Serrat, quando ela resolveu ir ao banheiro. Era daqueles banheiros que se auto higienizam, que tem as luzinhas para dizer que está ocupado, higienizando ou livre. Ela entrou e eu fiquei esperando do lado de fora. Só que quando ela quis sair, não sabia abrir a porta e ficou desesperada lá dentro. E eu do lado de fora tbm não conseguia abrir. Fui procurar um funcionário (o que é muito difícil de achar nas estações de trem). Mas achei. Ele abriu a porta e enquanto tentava explicar pra ela como a porta abria, eu entrei no banheiro e não vi que ele ia ser higienizado. Quase tomei um banho lá dentro! Rsrsrs
    A sorte é que deve ter algum sensor de presença e não fui “higienizada” lá dentro!

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  3. Leticia cacace

    Puts, eu tenho várias ahahha
    O mais legal foi na Austrália. Alugamos um flat em Sidney e o vô do meu marido adorava cozinhar pra gente. Todos os dias ele fazia uma fumaceira na cozinha e sempre apitava o alarme de incendio, mas logo desligava, então a gente nem ligava mais quando apitava. No nosso penúltimo dia, acordamos as 8 da manhã com o bendito alarme… como isso já tinha acontecido pelo menos umas 5x, ignoramos completamente e voltamos a dormir. Depois de 1 minuto tocando, o prédio começou a soar um alarme geral, com uma voz falando muito alto “evacuating the building”, junto com uma sirene alta. Acordamos em um pulo e a cozinha tinha uma panela em chamas, e muita fumaceira hahahah
    Resumo da história: o bombeiro chegou, o prédio inteiro foi evacuado pela escada, todo mundo de pijama e o vô não queria sair nem a pau de flat, e ficou discutindo com o bombeiro em português falando que não era fogo e não ia descer… hahahha
    Descemos todos e o prédio inteiro ficou olhando pra gente. Levamos uma bronquinha do zelador e passamos uma bela de uma vergonha. História pra rir pra vida inteira.

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  4. Mariana Bueno

    hahahah O melhor dos perrengues é que, depois que passam, restam as boas histórias pra contar… e a gente acaba se divertindo! Adorei ler os seus!

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  5. Luís Seco

    Viajar é mesmo como a vida! Sempre acontecem imprevistos e arranjar uma solução faz-nos crescer enquanto pessoas. Eu até marquei o regresso de uma viagem para um mês depois sem me ter apercebido! Ficou bem caro ter de voltar naquele mesmo dia! Boas viagens.

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  6. Gabriel

    E aquela escala em Santiago? Quantas horas ficamos sentados no aeroporto mesmo?

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  7. Murilo Pagani

    Essa de ficar sem dinheiro me lembrou minha última viagem a Buenos Aires…
    Nada do meu cartão funcionar e o dinheiro em espécie que eu levei já tinha acabado!
    Sorte que já era o último dia da viagem… Só precisei ficar sem almoço e esperar afoitamente pelo lanche do voo… hahahaha

    Que fase, viu!

    Abraço

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  8. Carina Costa

    Nossa! Sempre tem alguma coisa né? O que mais me lembro foi em Orlando… voltando de parque aquático, louca por um banho, chegamos no hotel e tinha tido um incêndio no andar de baixo! O incêndio já tinha sido resolvido, mas não tinha água quente no hotel! Fiquei quase 15 minutos tentando um banho frio, até que meu marido desceu na recepção e nos encaminharam pra outro hotel! Kkkkkkk

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  9. Carina Costa

    Ah! Teve um outro! Na Califórnia! Estávamos na rota de San Francisco a Santa Barbara e o GPS nos mandou por um percurso de uma estrada completamente escura e vazia! Começamos a pensar em todos os filmes de terror e ficamos morrendo de medo de acontecer alguma coisa com o carro! Estaríamos mortos! Foram horas de muuuuita tensão! Kkkkkkk

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  10. Carina Costa

    No final das contas, perrengue vira história pra contar né? Acho que eles têm seu lado de diversão e aventura! ;)

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  11. angela sant anna

    bahh essa de dormir em estação ou aeroporto já passei varias vezes, mas por sorte nunca passei muito frio pois levei meu marido junto aheuaheu

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